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Como gerir a SHBG durante um ciclo de esteroides anabolizantes

December 8, 2014 By Bill Roberts Leave a Comment

P: “Por que motivo deverei querer manter os níveis de SHBG o mais normais possível e de que forma é que posso fazer isso em ciclos de esteroides?”

R: Contrariamente à popular opinião de a SHBG é inimiga do fisioculturista, alegadamente funcionando apenas para reduzir os níveis de testosterona livre, a verdade é que os níveis normais de SHBG servem fins muito úteis.

Uma das razões pelas quais ter a SHBG baixa entre ciclos prende-se com o facto de que a SHBG auxilia no transporte da testosterona desde os testículos até à corrente sanguínea. A testosterona é praticamente insolúvel em água e, sem estar ligada a uma proteína (a SHBG é uma proteína), praticamente não passaria para a corrente sanguínea e, desta forma, para o resto do corpo.

Adicionalmente, existem muitas células no corpo que têm recetores para a SHBG que servem um propósito fisiológico importante. Até ao momento, a comunidade científica tem poucos dados sobre como funciona este sistema, pelo que não é possível fornecer muitos detalhes. O que se sabe, no entanto, é que a SHBG se liga ao seu recetor específico e que, quando um ligando (como a testosterona, mas não só), se liga a ela, o recetor é ativado, aumentando os níveis de cAMP na célula e, assim, estimulando os processos metabólicos da mesma.

Nunca assumo que um processo que ocorre normalmente no organismo deve ser parado ou reduzido significativamente, a menos que saiba exatamente por que motivo quero fazer isso. Neste caso, não temos qualquer motivo para pensar que é desejável parar este processo de sinalização. Se pudermos mantê-lo a funcionar normalmente, acho que isso é preferível a compromete-lo sem compreendermos as razões subjacentes a isso.

Por exemplo, no que diz respeito à performance sexual, há muito que se tem notado que a testosterona livre não nos “conta toda a história”: a mesma quantidade de testosterona livre com SHBG a níveis normais (e, portanto, com uma quantidade total de testosterona relativamente alta) proporciona melhores resultados do que quando a SHBG está baixa (e portanto, a quantidade total de testosterona é relativamente mais baixa).

A existência de níveis elevados de androgénios leva à diminuição dos níveis de SHBG, sendo que os androgénios orais são particularmente eficazes neste sentido. O estrogénio, por outro lado, aumenta a SHBG, pelo que ter níveis normais-altos de estradiol pode ser vantajoso em termos de manter a SHBG dentro do normal, comparativamente ao estradiol normal-baixo. A hormona tiroideia também ajuda a aumentar a SHBG, ao passo que altas concentrações de insulina causam a sua diminuição.

Ciclos mais curtos irão permitir recuperar mais rapidamente da SHBG do que ciclos mais longos.

Eu não reformularia radicalmente o planeamento do ciclo por causa da SHBG, particularmente as semanas “on”, pois os ganhos podem ser excelentes mesmo que a SHBG esteja baixa. Todavia, durante as semanas de recuperação, ter níveis de estrogénio mais baixos que o necessário, ter níveis de insulina muito altos ou ter níveis de hormona tiroideia muito baixos irão dificultar a recuperação de níveis normais de SHBG. As situações reversas das referidas, por outro lado, irão ajudar a normalizar os níveis de SHBG.

Esta é uma área que requere muitos mais estudos e observações, mas poderá muito bem ter uma relevância significativa para a recuperação e, particularmente, para a performance sexual durante a recuperação.

Como gerir a SHBG durante um ciclo de esteroides anabolizantes
Como gerir a SHBG durante um ciclo de esteroides anabolizantes

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